Tailândia: aonde nos hospedamos

Depois de viajar 30 dias pela Tailândia, começo uma série de posts “técnicos” com informações específicas sobre hospedagem, transporte e diferenças culturais. Começo falando sobre todos os lugares em que nos hospedamos.

BANGKOK

Em Bangkok nos hospedamos em três lugares diferentes. Eu recomendaria com certeza ficar perto do skytrain para não ficar preso no trânsito da cidade e dependente de tuktuks e taxis. Também recomendo reservar antes seu hotel, porque tivemos dificuldades para achar um lugar para dormir nas vezes em que estivemos lá.

– Dang Derm Hotel
Quarto casal: 1100 bahts
Reservamos esse hotel ainda no Brasil. Esse foi o hotel mais caro que pagamos porque queríamos ficar num lugar para descansar após as 22h de viagem. Eu adorei o hotel e a cama que era baixa estilo japonês. Para completar uma piscina no topo do hotel que nos refrescou inúmeras tardes. O lado ruim é que ele fica na Khaosan Road, bem no meio da bagunça… então dependendo do quarto que pegar ou da leveza do seu sono, é bom garantir a noite com uns tampões de ouvido. Já o lado bom, continua sendo o fato dele ficar na Khaosan Road,  a rua dos mochileiros, ou seja: comida barata na rua, venda de pacotes, festa e bar a um passo da sua porta… Sem contar que se você não for dos mais preguiçosos dá para ir até o Grand Palace e o Templo do Buda Reclinado a pé. Então vai depender se vocês está na pegada da farra ou não.

Four Sons 5
Quarto casal: 600 bahts
Esse hotel pegamos quando voltamos de Ko Phi Phi e o ônibus nos largou em plena Khaosan Road às 5h da manhã. Como não queríamos pegar taxi nem nada a essa hora, resolvemos caçar um hotel pelas redondezas e acabamos achando esse. O quarto que pegamos era pequeno, com ar condicionado, bem ajeitadinho até… o suficiente para passar uma noite. Não achei o site desse hotel, mas sei que For Sons é uma franquia de hotéis em São Paulo que abrange hotéis caros e hotéis mais baratos como esse que ficamos. Ele fica do lado da New Joe Guesthouse, perto da Khaosan Road mas mais afastado da baguncinha.

– YHA Bangkok Downtown
Quarto 2 camas solteiro: 700bahts
O primeiro hostel que pegamos, localização ótima, embora eu tenha achado os quarto meio sombrios hehe… Rômolo achou confortável. O banheiro era compartilhado, os quartos tem ar condicionado… mas como não dá para controlar o ar, eu ia lá e empurrava com a mão aquelas abinhas paraficar menos gelado. Nossa, nosso quarto era muito frio e escuro. Pra falar a verdade me lembrava muito um quarto de filme de terror kkk…

Mas foi bom que lá encontramos pessoas muito queridas e o Jonathan e a Kelly que viajaram conosco depois. Ficava há cerca de 1min a pé do skytrain.

AO NANG

– Easy Room
O nome já diz tudo… é um quarto fácil e ponto final. Aliás… um quarto bem estiloso por sinal, já que as paredes que dão para o corredor são de vidro e você usa a cortina para fechar tudo. Banheiro minúsculo… mas ok. Ficava bem perto da praia, uns 5 minutos andando e na frente tinha umas barraquinhas baratas para comer. O dono era um muçulmano que eu juro por Deus, ficava o dia inteiro deitado no sofá da recepção mexendo no computador. Ele tinha uma cara de muito bravo rs… O ponto negativo desse hotel é que ele não tinha absolutamente nenhuma área para socialização, mas o quarto tinha um aspecto bem limpo.

TONSAI (Krabi)

– Mountain View Resort
Quarto casal: 800 bahts
Não se deixe enganar: de resort esse bangalô não tem nada. Não sei porque catzo todos os bangalôs de Tonsai colocavam “resort” no nome e eram simples bangalôs. Depois viemos a descobrir que esse era o hotel mais caro de Tonsai, mas também o único que tinha wifi. Eu achei mesmo que era o melhorzinho que tinha por ali… quarto limpo… jardim agradável, varandinha gostosa… Assim como toda a cidade, a energia elétrica só funciona das 5 da tarde até as 6h da manhã. Eu super recomendo ficar aqui se você não está num esquema tão roots para viajar.

KO PHI PHI

Ban Thai Guesthouse
Quarto casal: 700 bahts
O quarto não tem lençol, não tem água quente e tem que pagar 15bahts por cada rolo de papel higiênico que quiser comprar lá. Até aí tudo bem, estávamos amando a dona da guesthouse, Miss Lee. O ambiente para fazer um social era ótimo, porta toda aberta enquanto você ficava lá na mesa tomando uma cervejinha e jogando uns jogos de tabuleiro que haviam lá. O problema foi quando fomos fazer o check-out e a Lee veio perguntar aonde estavam as toalhas do nosso quarto. Como não tinha papel higienico, nem lençol, achamos que tambem não tinha toalha e usamos as nossas esse tempo todo. Aí a camareira veio na maior cara de pau falar na nossa cara que tinha colocado toalha no nosso quarto. Foi uma dor de cabeça até resolvermos tudo e só por isso eu não vou recomendar esse hotel.

CHIANG MAI

– Yellow House
Quarto compartilhado 4 camas + banheiro privado: 100 bahts (cada pessoa
Foi aqui que mudamos totalmente nosso lifestyle para se hospedar… até então estávamos com frescurinha, queríamos quarto com janela, com ar condicionado e talz… mas aqui descambamos de vez e ficamos nesse quarto sem janelas, super quente, cheio de mosquitos e outros animais que vinham nos visitar diariamente… mas pagando R$ 5,00 na diária né… rsrsrs… Os donos do hostel são uns amores, sempre ajudando em tudo o que podiam e não ficavam pressionando para a gente comprar os tours que vendiam… O hostel não tem website, mas fica do lado do Little Bird Guesthouse. Aliás, algumas noites íamos no Little Bird tomar a cerveja barata que eles vendiam.

CONCLUSÃO: Eu recomendo reservar  seu hostel com antecedência em Bangkok, já os outros lugares foi tranquilo achar porque viajamos pela Tailândia no início da baixa temporada. Mas com certeza Ko Phi Phi deve ferverem janeiro, então planeje-se com antecedência.

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O que levar na mochila: roupas e acessórios

Depois de postar os objetos que levaremos para o dia-a-dia, aqui estão as roupas e calçados que eu levarei:

• “pijama” – na verdade um shorts e uma regata bem velhos que não me importarei de ter que me desfazer no futuro
• 1 camiseta dry fit – caso for fazer trilhas, usarei essa
• 1 camiseta – com estampa de bicicletinhas rs…
• 1 camisa de manga meia estação – bem leve
• 3 regatas – preta, branca e azul
• 2 shorts – um jeans e outro de pano
• 1 bermuda jeans
• 1 calça jeans confortável
• 1 casaquinho “leve”
• 1 vestido leve
• umas 8 calcinhas
• 2 pares de biquini
• 7 pares de meia soquete
• 3 pares de meia de cano médio
• 1 canga que serve como saída de praia
• 1 canga para estender na areia

• 1 tênis – da Mizuno, com amortecedor. Quando uso esse tênis parece que vou sair voando
• 1 sandália – já tá acabada a coitada, de Bangkok não passa
• 1 par de Havaianas – esse modelo é anos 90 total haha! Ainda estou na dúvida se levo outro par.

Conclusão: tenho certeza de que estou levando muita coisa. Será que dá para tirar mais? =S

O que levar na mochila: para o dia-a-dia

Malas praticamente prontas, vou postar aqui tudo o que estou levando. Quando for algo que eu e o Romolo vamos compartilhar, vou escrever “para dois”. Conforme for viajando vou fazendo comentários sobre cada item que trouxe.

Minha necessaire

Esse é o meu cantinho da mala, posso colocar tudo o que eu quiser sem o Romolo reclamar… porque EU vou levar! Meninas… não façam o que eu faço. Muita coisa aí que sei que é over.
protetor solar L’Oreal FPS 30 (para os dois)
protetor solar para o rosto ISDIN FPS 65 – minha pele mancha muito fácil, não dá para ficar sem isso! Esse protetor da ISDIN custa uma bica, mas é o melhor que já tive até hoje, além de proteger ele tem um hidratante.
creme hidratante para o rosto Hidrapel – eu já disse que minha pele mancha fácil? rs… detalhe, esse creme e o hidratante para o corpo, estou levando uns usados que eu tinha em casa e que estão quase no finalzinho
creme hidratante para o corpo Nivea
loção de limpeza para a pele – tá… eu sei que é dispensável… mas como está no finalzinho resolvi levar rs…
Bepantol e manteiga de cacau para os lábios (para os dois)
Água oxigenada (para os dois)
• mini mini mini perfume
lixa para unha
mini kit costura (para os dois)
band-aids (dentro do porta band-aids roxo)
grampos para cabelos
pinça
lápis para olho – a única “maquiagem” que uso.
cotonetes (para os dois)

Kit banho

Fizemos esse kit para quando um dos dois for tomar banho, simplesmente levar essa necessaire para o banheiro sem ter que ficar pegando cada coisinha. A necessaire é de plástico e pode molhar sem problemas.
shampoo – compramos esses frasquinhos práticos
condicionador
sabonete antibactericida e porta sabonete
giletes
pente
desodorante – o do Romolo não coube nessa bolsinha rs…

Kit Frescurinha

Kit… vamos dizer… uns 65% feminino hehe…
• Tapa olhos
– com cheirinho de camomila, pra capotar mesmo haha
Protetor diário de calcinha
Absorventes e OB’s
Toalha de secagem rápida
Papel higiênico! – bizarro? Nunca subestime o poder de um rolo de papel higiênico!
Tampão para ouvido – não está na foto mas vou levar.

Kit Geek

Carregador de celular
Celular
iPods
lanterna – o porquinho, o porquinho!
mini calculadora
pen drive
fio para colocar 2 fones ao mesmo tempo
carregador de pilhas e claro, pilhas!
usb do ipod com carregador
Faltou na foto: netbook e a câmera fotográfica (que estava sendo usada no momento hehe)

Kit Hipocondríaco

Por favor, não me peçam para listar tudo o que está nessa zona… nem eu sei. Mas vamos tentar resumir:
• Remédios
• Kit primeiros socorros
• Bulas
Infelizmente não conseguimos as receitas de todos… será que passa pela alfândega?

Documentos
• Passaporte (com cópia)
• CNH – (não tiramos a internacional)
• Passagens impressas
• Reservas do hotel em Bangkok impressas – a única hospedagem que reservamos
• fotos 3×4 e 5×7 para vistos
• apólice do seguro de viagem com cópias

Veja no próximo post as roupas e acessórios que levarei! 😉

Orçamento para um mochilão na Ásia

Resolvi apagar o post antigo sobre o orçamento que fiz 6 meses antes da data de partida e fazer um novo, mais atualizado. Muita coisa mudou de lá para cá, o dólar subiu muito, então acho que posso passar uma informação melhor. Vamos lá então.

Vamos pensar em um orçamento de R$ 15.000 para cada pessoa a serem gastos em 140 dias e que inclui: transporte entre países, transporte dentro dos países, hospedagens, comida, passeios, vistos.

Vistos: vamos calcular aqui cerca de R$ 500 com todos os vistos.
O valor dos vistos também varia de acordo com o tempo que você pretende ficar no país e o número de entradas que você dará em cada país. Para saber os valores dos vistos o ideal é visitar o site de cada consulado, o site Visto para todos tem esses endereços e também traz informações de tudo o que é necessário para entrar em um país.

Passagens entre países: R$ 2.600
Após ter a rota definida e ter decidido a ordem em que percorreríamos os países, fizemos uma cotação de quanto gastaríamos nos transportando entre eles. Na Ásia os ônibus são bem baratos então cotamos apenas os trechos aéreos (lembrando que sempre que pudermos viajar de ônibus, faremos isso. Abaixo os trechos aéreos:

Bangkok > Krabi = $70
Hanói > Hong Kong = $300
Beijing > Bali = $400
Bali > Bangkok = $150
TOTAL em dólares: $ 920
TOTAL em reais (cotando o real a R$1.80) = aproximadamente R$ 1.600,00

A esses R$1600 de gastos com transporte aéreo eu chutei mais R$ 1000, por quê? Nesses R$ 1000 estarão inclusos gastos com outros meios de locomoção entre os países como trens, ônibus, barcos, etc. E também levo em consideração que pesquisei as passagens de avião com antecedência, pode ser que a gente compre algumas em cima da hora (ou seja: mais caras), por isso esse valor total de R$ 2.600

Assim, dos R$ 15.000 previstos no orçamento descontamos R$ 3.100 do transporte e dos vistos, e sobra R$ 11.900,00. Dividimos esse valor pelos 140 dias e assim teremos cerca de 50 dólares por dia, mais do que o suficiente* para se viajar com relativo conforto na Ásia. Algumas cidades são mais caras que outras, Hong Kong, por exemplo, assim, o que você gasta num país mais caro, pode compensar depois num país mais barato.

Não se esqueça de que nesse valor não estão inclusas as passagens de ida e volta do Brasil e os gastos que você terá antes da viagem, como seguro de viagem, remédios, vacinas, guias de viagem, mochila, roupas, etc., mas lembre-se também que muitas coisas poderão ser compradas no seu destino de viagem. Veja aqui alguns dos nossos gastos anteriores à viagem.

NOTA*: Para saber que $50 dólares é mais do que o suficiente eu pesquisei antes a média de gastos no Travel Happy, um blog muito bom sobre destinos na Asia (infelizmente apenas em inglês). Aqui eles fazem uma média de gastos por dia em alguns países como o Camboja ($15 por dia), Laos ($12), Tailândia, Vietnam, etc.…

NOTA 2*: Lembrando que viajaremos no estilo roots, usando albergues e couch surfing, tentando sempre evitar os taxis indo à pé aonde der e comendo muita comida de rua! Espero que seja suficiente, mas bom é sempre ter uma reserva de emergência 😉

NOTA 3*: Se for viajar na alta temporada, lembre-se de que as coisas costumam dobrar de preço.

Faltam 4 dias!

E no momento estamos mais ou menos assim…

Passamos o sábado inteiro arrumando a bagagem, organizando cada coisa em seu lugar. Se não fosse o Romolo não sei o que eu faria, vi tudo jogado e quase deu vontade de chorar, mas enfim, as malas estão praticamente prontas e só falta guardar algumas coisas.

Essa semana que passou foi beeem corrida, comprei os itens para montar um kit de primeiros socorros e voltamos no Núcleo de Medicina do Viajante no Hospital Emílio Ribas. Também compramos todos os remédios que o Dr. Jesse indicou, uma lista enorme, o tipo de coisa que você compra e espera não usar.

Embarcamos na próxima quarta-feira, agora só falta resolver a minha procuração, o seguro de viagem, a 2ª dose da vacina de hepatite A, as roupas que vou levar… ufa! Eu também quero férias dos preparativos para as férias!

Como pensar na Mochila (parte II)

Não sei se vocês já leram O Guia do Mochileiro das Galáxias mas há praticamente uma página inteira falando sobre os benefícios de se ter uma toalha na mochila. Segundo o livro, você pode usar a toalha como agasalho para atravessar as frias luas de de Beta de Jagla, pode deitar-se sobre ela nas praias de Santragino V, usá-la como vela para descer numa minijangada as águas do rio Moth dentre outros usos que vão desde “enrolá-la na cabeça para se proteger de emanações tóxicas” até “agitá-la para pedir socorro em situações de emergência”. Quando mandei um e-mail para a Ling (uma londrina-chinesa que conheci durante uma viagem para a Bolívia) perguntando o que eu deveria levar com certeza na minha bagagem, ela foi bem enfática: Leve uma canga! Ling me disse que contabilizou cerca de 16 utilidades para a canga dela, e obviamente me lembrei na hora desse trecho do guia do Mochileiro das Galáxias. Deixo aqui outras dicas que andei pescando por aí para você poder montar sua mochila da forma mais útil possível!

Ling passou cerca de 3 anos viajando ao redor do mundo e essas são as indicações dela:
Canga. Serve como: saia curta, saia longa, cortina ou lençol para sua cama na beliche ou no trem, cachecol, casaquinho, máscara contra poeira, chapéu contra o sol, o que mais você pode querer? Talvez um par de…
Havaianas! Para entrar no box sujo do banheiro compartilhado, para não queimar os pés na areia da praia, para descansar os pés no hostel, para andar confortável na rua… Como diria a Ling, nada como um par de Havaianas originais!
– Cadeados com combinação.

Aqui embaixo estão as dicas do Mochilando pelo mundo, Viagem afora e O Mochilão:

Cloro. Para pingar na água que escova os dentes e lavar frutas e legumes.
Remédios vermífugos e remédios para sarna. Pela alta rotatividade de turistas parece que isso é muito comum por lá.
Lençol pequeno. Para camas com lençóis suspeitos. Nós vamos levar uma espécie de “saco de lençol”.
Fita silver tape. Para quebra-galhos em geral.
Dramin. Para enjoos, nossa, eu que já fiquei enjoada andando de pedalinho na lagoa vou precisar muito disso!
Máscara de dormir.
Tampões de ouvidos. Para fazer par com a máscara de dormir.

Todos deixaram bem claro para levarmos a mala o mais vazia possível, deixar para comprar no caminho algumas coisas conforme for precisando (até porque na Ásia algumas coisas, como roupas, são muito mais baratas) e evitar levar na mala roupa para clima que só vamos pegar meses depois… um super casaco de frio por exemplo, deixar para comprar quando chegar o frio. Obrigada a todos que ajudaram a facilitar essa lista e se você ainda não sabe o que pôr na mochila, fica a dica que resume o espírito todo:

Backup de fotos durante a trip

Olá amigos! Nossa viagem ainda nem começou, mas fico super feliz por estarmos recebendo comentários de pessoas que estão usando o nosso blog para ajudar no planejamento de suas próprias viagens. Hoje vou falar de uma superdica que descobri hoje mas que já não é nenhuma novidade… mas caso você esteja tão desatualizado quanto eu, vai gostar de saber dessa haha.

Dentre os gadgets e aparelhos eletrônicos que eu e Rômolo vamos levar na trip estão inclusos:

uma máquina fotográfica de bolso
Adoramos as máquinas profissionais, mas para essa trip estamos pensando em algo realmente prático na hora de tirar as fotos… uma bem pequena, que dê para guardar no bolso e que não chame muita atenção.

– um celular velho e podre de chip
Para podemos comprar o chip em cada país que formos e nos comunicarmos de forma barata… com os hotéis ou os couchsurfers, por exemplo.

– um netbook
Para salvar nossas fotos, para atualizarmos nossas planilhas de gasto, para nos conectarmos à internet, falar no skype e – por que não – para jogar campo minado?

– nossos iPods
Ou eu viajo com música ou eu não viajo… brincadeira. Mas com um fundinho de verdade… rs…

Minha primeira dica em relação à isso é: Não leve nada que te deixaria em depressão caso você perdesse. Eu ia ter muita dó caso levássemos o macbook do Ro e ele fosse perdido/roubado durante a viagem. Por isso vamos levar um netbook bem vagabundo. Outra coisa é evitar preocupação com a bagagem. Quanto mais coisas de valor você levar, maior a preocupação… e já basta a preocupação física da mochila, ainda tem que ter a psicológica?

Mas vamos agora à “supernovidade” que descobri… rs… Dentre as piores coisas que podem acontecer durante uma viagem, inclui-se a perda das milhares de fotos que você tirou… principalmente se você é brasileiro! Sei que os japoneses tem a fama de bater muita foto, mas eu acho que os brasileiros podem competir facilmente com eles… reparem! E aí? Estávamos pensando como fazer o back-up das fotos durante a viagem e tudo parecia muito frágil… pendrive, cds é fácil de perder, só no netbook não dá pra confiar, hd externa seria uma coisa a mais para levar na mala, mandar e-mail com todas as fotos dá muito trabalho e demora muito, e aí? Foi aí que li no jornal hoje sobre o Dropbox! (se vocês forem pesquisar, isso já existe há muito tempo, tenho até vergonha de falar que eu não conhecia haha).

O Dropbox funciona basicamente assim: Você entra no site, baixa o aplicativo nos seus aparelhos (laptop, celular, Mac, PC, etc) e depois tudo o que você jogar na pastinha (que ele cria automaticamente) vai aparecer em todos os aparelhos em que você instalou o aplicativo. Simples, não? Vamos supor que você instalou a dropbox no seu laptop e ele foi roubado. Por sorte você salvou todas as fotos da sua viagem na Dropbox! Agora você vai numa lanhouse, acessa o site, faz o login e PLIM! Lá estão todas as suas fotos de volta! A Apple lançou “recentemente” o iCloud que tem o mesmo propósito, mas eu não tenho certeza se funciona só nos aparelhos da Apple ou se é pago… O Dropbox disponibiliza 2gigas de espaço gratuito, e se você quiser mais tem que pagar… mas acho que vale a pena! E deixo aqui um vídeo explicando como funciona o Dropbox que provavelmente vai te convencer a fazer uma conta lá! Beijos! 😉