Melhor época para viajar

Um assunto realmente complicado, já que nunca é possível prever o tempo e já que no caso de países muito grandes – como a China – ou no caso do Vietnã – que é um país longo – a temperatura dentro do próprio país pode variar muito… mas é possível diminuir as chances de congelar os dedos do pé no inverno da China ou de pegar uma praia linda com chuva na Tailândia… Para tentar resolver esse problema eu resolvi fazer uma tabela bem simplificada com os destinos que vamos, o clima em cada um deles, e duas opções de roteiro que nós tínhamos. Uma opção de roteiro era começar pelo Sudeste Asiático e depois a China e a outra opção começar pela China e depois seguir para o Sudeste Asiático. Essa foi a tabela (clique na imagem abaixo para poder visualizá-la maior):

Essa tabela foi feita com base nas pesquisas de clima e de melhor época para ir que fiz no Lonely Planet e no Frommer’s (ambos sites em inglês). Como vocês podem ver, ficou muito claro que o roteiro que começa pelo Sudeste Asiático é muito melhor do que o que começa pela China. Seguindo o roteiro 1 nós evitamos as monções no Sudeste Asiático e ainda evitamos o inverno da China chegando lá na primavera, uma das melhores épocas para se viajar por lá. Notem que essa tabela está beeem resumida, não tomem ela como verdade absoluta, a China por exemplo é muito grande e o ideal seria pesquisar de acordo com a região que você pretende viajar lá (no nosso caso o foco é no noroeste). As datas que estabelecemos para os dias em que chegaremos em cada país também são só um rascunho, muito provável que não iremos com esses dias fechados, resolvendo no próprio caminho quando partiremos.

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Comprando as passagens para Bangkoc

Passagens em mão!!!! 😀 Ou devo dizer no e-mail? Me vem logo na cabeça um trecho daquela música dos Beatles:

“She’s got a ticket to ride… she’s got a ticket to riiiiiiide…” (but yes I care!)

Vamos assistir agora a novela do que foi comprar essas benditas passagens!

1. Decidindo: Aonde pousar e por quê? Decidimos pousar em Bangkok por ser um ponto estratégico no Sudeste Asiático, por ter o melhor preço de passagem desde São Paulo e porque não tem a burocracia dos vistos como da China ou do Vietnã por exemplo.

2. Pesquisando: Fizemos a pesquisa de preço no Decolar. O preço da passagem de ida e volta São Paulo > Bangkok estava R$ 2600 (com taxas – exemplo de cotação feita 7 meses antes da viagem). Muuuuuito barato mesmo! Só tinha um probleminha… a Decolar não exibia a data da nossa volta (que será dia 4 de julho) só dava para comprar com volta até dia 6 de maio… ou seja… teríamos que esperar até agosto para conseguir comprar a passagem com a volta na data que queríamos. Sem contar que tinha que pagar numa paulada só, ou seja: nada de parcelar.

nota: esse voo barato em questão é da TAM. A TAM faria São Paulo > Madrid e de Madrid para Bangkok quem faz o voo são outras empresas, como uma tal de Spanair por exemplo

3. Comprando: Resolvemos entrar no Submarino Viagens. Perfeito! Já era possível comprar nossa passagem com as datas corretas, partida dia 15 de fevereiro de 2012 e volta dia 4 de julho de 2012 pela também bagatela de R$ 2.600 para cada com taxas inclusas. Foi essa mesmo! Compramos por telefone já que pela internet não era possível reservar as poltronas, e já estávamos meio traumatizados de quando na nossa viagem para Europa passamos o longo voo separados, portanto optamos por não cometer o mesmo erro e passar 24 horas separados no voo ate Bangkok tentando se distrair com pérolas do tipo Se beber não case (odeio esse filme até hoje porque lembro que assisti ele sozinha no avião… e não tava achando a mínima graça hehe).

4. Pagando: Pagamos de uma vez só no cartão, amigos, se você não tem o cartão do Submarino, nada de parcelamento, mas como já tínhamos dinheiro guardado para isso mesmo… é bom que já nos livramos de uma vez só… Vale conferir no seu banco o limite do seu cartão.

Dicas:

– Quanto antes você comprar sua passagem internacional… mais barato… não deixe para última hora, sem contar que geralmente você pode parcelar e quitar as parcelas antes mesmo de viajar. Que beleza, hein!
– Pesquise em dias próximos às datas que você quer viajar… as vezes indo um dia antes ou um dia depois pode dar uma bela diferença de preço… voos no fim de semana costumam ser mais caros, por isso nós iremos e voltaremos em uma quarta-feira
– Se for possível, faça um stopover em vez de viajar direto… Infelizmente fazer um stopover encareceria demais o nosso voo, por isso vamos chegar em Madrid e já embarcar na sequência para Bangkoc o que vai ser beeeem cansativo…

E agora… we’ve got a ticket to ride! 😀

Se hospedando na Ásia

Aqui falarei um pouco sobre como você pode se organizar com a sua hospedagem na Ásia.

Couch Surfing: Para quem não conhece, o Couch Surfing é um site onde pessoas do mundo inteiro abrem suas casas para viajantes em troca de… cultura! Isso realmente é incrível, não é mesmo? O nome – Surfando no Sofá – também já diz bastante… Você se inscreve no site, e através da ferramenta de busca procura os usuários que oferecem suas casas (ou seus sofás) no país que você vai viajar. A ferramenta te apresentará todos os perfis dos usuários disponíveis, você analisa o perfil do seu host (e tenha certeza de que ele também vai analisar o seu) e manda uma mensagem falando um pouco sobre você, explicando que você está viajando e se poderia se hospedar na casa dele e blablabla… cabe a ele aceitar você ou não. O que eu quero deixar claro é que o Couch Surfing NÃO é um hotel. Ninguém é obrigado a fazer seu café da manhã ou seu almoço, você se vira sozinho… e cada caso é um caso… alguns vão te deixar a chave do apê, outros você tem que combinar para voltar para casa quando ele estiver lá… enfim… sempre uma caxinha de surpresas. Uma das surpresas que tivemos no Couch Surfing foi quando os franceses que nos hospedavam tiveram que viajar para  visitar seus parentes e simplesmente deixaram a chave do apê com a gente… Imagina só, tivemos um apartamente em Paris para a noite de Natal sem pagar absolutamente nada… rs…

A idéia principal do Couch Surfing é o intercâmbio entre culturas, portanto são bons modos você dedicar um tempo para seu host, quem sabe cozinhar alguma comidinha brasileira, levar algum cd com músicas do seu país… Assim como ele, como morador da cidade, te indicará lugares surpreendentes fora da rota dos turistas, poderá levar você para conhecer a cidade… tudo é uma questão de combinar… inclusive o tempo que você poderá ficar na casa dele. Tenha cuidado antes e leia as referências que outras pessoas deixaram ao visitar seu futuro host e veja se ele realmente tem a ver com você. Confesso que nunca tive nenhum problema, todas as minhas estadias sempre renderam ótimas experiências e os Couch Surfers sempre foram pessoas bem legais, algumas com as quais mantenho contato até hoje. Você pode acessar o site do Couch Surfing aqui.

Num bar secreto em Porto (Portugal) com nossos hosts do Couch Surfing, Liliana e Luis à direita

Hostels: bem mais baratos que os hotéis (principalmente na Ásia) e você pode conhecer pessoas do mundo inteiro. Existe uma rede chamada Hi Hostels com hostels no mundo todo. Você pode fazer a carteirinha da rede (que custa em torno de R$ 50) e adquire descontos na hospedagem em todos os hostels da rede. A carteirinha pode ser feita em alguns hostels que participam da rede ou na Central de Intercâmbio e fica pronta na hora. A vantagem de se hospedar em um hostel é que você acaba conhecendo mochileiros de todos os cantos do mundo que assim como você, estão super abertos para conhecer pessoas novas… É bem legal mesmo, quando eu e R. fomos para Praga, por exemplo, ficamos num hostel e à noite saía todo mundo junto para beber, italiano, chinês, tcheco, tudo misturado… Alguns links que podem ser úteis na sua busca por hostels:

http://www.hostels.com/
http://www.hihostels.com/

No pub em Praga com a galera do Hostel… Italiano, coreano, lituano, alemão, argentino, russo…

No pub em Praga com a galera do Hostel… Italiano, coreano, lituano, alemão, argentino, russo… escolha sua língua! 😉

Airbnb: Assim como o CouchSurfing, no Airbnb as pessoas abrem suas casas ou seus quartos com uma pequena diferença: você tem que pagar. Você pode checar as opiniões e avaliações de quem já alugou o local para saber se é uma boa ou não… Embora nunca tenha feito uso desse serviço, me pareceu bem interessante, fiz uma busca rápida de hospedagem na Tailândia e foi possível encontrar acomodações a partir de $10… e a partir daí você busca por algo que se encaixe no que você queira, tem desde quartos compartilhados até casas-barcos para você alugar. Você pode acessar o site aqui, e assistir abaixo um vídeo explicativo (em inglês) de como funciona a coisa toda (embora eu tenha achado a menina da propaganda com um ar bem metidinho…rs…):

Como nós pretendemos fazer: a nossa idéia é ficar em Couch Surfing nos 3 primeiros dias em cada país. Assim, poderemos pegar dicas e conhecer um pouco melhor da cultura através de um morador e buscar os hostels mais baratos legais com mais calma… Depois pretendo listar aqui no blog os hostels que visitamos, a experiência e o valor custo-benefício que tivemos em cada um deles.

“Where I lay my head is home”
(trecho da música Wherever I may roam)

Sem tirar o pé da estrada

Eu amo viajar, tento viajar pelo menos duas vezes por ano e estou aqui para dizer a vocês que não é preciso o tanto de dinheiro que vocês pensam para fazer isso. Infelizmente não sou rica, trabalho com design gráfico – o que dificilmente torna alguém rico – e tudo é fruto do suor do meu trabalho (ou devo dizer das lesões por esforço repetitivo nas mãos já que fico o dia inteiro trabalhando no computador?). E digo para quem quer viajar mais: menos medo, mais foco!

E olha… muita marmita na veia! rs… como já dizia Cecília Meireles: “ou isto ou aquilo”. E eu prefiro comer uma comidinha tailandesa por 4 dólares na Tailândia do que jantar num restaurante tailândes por 40pilas em São Paulo. Pois é, gosto é gosto.

Outra coisa é o foco: Quanto de você quer fazer essa viagem? Eu digo no meu caso que 100% de mim está empenhado nisso. Então todas as minhas ações nesse ano tem o objetivo de economizar ao máximo para essa viagem. Uma técnica que eu e R. usamos é sempre transformar nossos gastos em São Paulo em pequenos prejuízos para a viagem. É bem engraçado… por exemplo: “Putz… o preço do ingresso para o cinema é de duas diárias num hotel no Camboja…” ou “nossa, com o preço dessa camiseta dá pra gente jantar por uma semana no Vietnã!”. Pensando assim dá uma força de vontade maior né?

Isso não quer dizer que nos isolamos do mundo e não fazemos mais nada… mas quer dizer que só vamos em uma balada se não tiver que pagar para entrar, em vez de comer fora todos os fins de semana nós preferimos cozinhar, assistir filme em casa em vez de ir no cinema… mas continuamos saindo normalmente, só tentando não extrapolar os gastos ou comprar coisas por impulso. Vamos imaginar que a vida te oferece um rodízio (haha)… um mais caro, mas com mais opções e outro com menos opções porém, mais barato… Esse ano acho que vou no rodízio mais barato hein… Dos dois jeitos você não vai deixar de comer.

E o medo: quem nunca fez um mochilão não sabe nem por onde começar… Aonde eu vejo passagem? Visto? Seguro de viagem? Hospedagem? (Aliás, se esse é seu caso ao lado na seção de links úteis na barra direita você pode encontrar algumas respostas para suas dúvidas). Depois que você faz seu mochilão restam duas alternativas: ou você fica traumatizado porque não planejou direito, deu um monte de merda e você jura que só vai viajar de pacote turístico, ou você vicia e não quer parar nunca mais. A vida seria muito mais tranquila e confortável com a primeira opção, mas muito mais aventura, divertida, proveitosa e instrutiva na segunda. Opção a, opção b?

Hay que perder o medo. Comece por um mochilão bem simples, no mesmo continente, barato por uma semaninha… você pega o gostinho, aprende algumas coisas e vai querer começar com umas coisas mais megalomaníacas… dois meses na África, meio ano na Ásia, uma volta ao mundo…

Dicionários Visuais: Point it e Me no speak

Vocês já assistiram o filme Cerejeiras em Flor? Não? Pois deviam! O filme, além de ser lindo, tem duas viagens como pano de fundo. Vejam o trailer aqui.

Bem, por que estou falando desse filme? Porque nele uma coisa muito interessante me chamou a atenção. Em determinado momento um dos personagens se sente perdido em Tokyo, não consegue se comunicar com ninguém (ele é alemão e mal fala inglês) e o filho dele apresenta uma solução que agora eu vos apresento aqui:Point it! Massa demais! Você só precisa apontar o que quer dizer e pronto! Não precisa quebrar a cabeça para fazer a mímica da palavra “mel” (aliás, como seria essa mímica?) 😀 Fiz um busca pela internet e infelizmente só achei na gringa para comprar… na Amazon, mais especificamente.

Outro dicionário visual é o Me no Speak, mas no lugar de fotos temos desenhos. O Me no Speak também tem umas legendas embaixo dos desenhos, você pode optar por comprar o livro com legendas em tailandês, chinês, coreano e japonês (para falar só das versões asiáticas). No site (igualmente gringo), além de poder encomendar o livro, você também pode optar por comprar o aplicativo para o seu iPod. Você também pode comprá-lo através do site da Amazon.

O dicionário visual pode até não ser um dos itens imprescindíveis na sua mochila, há muitas formas de se comunicar, que vão desde a mímica até uma tentativa tosca de Imagem & Ação, mas com certeza achei muito divertido ter um livreto desses!

Eu estou sentada na lua

Um dia minha mãe me disse: imagina que você está sentada na lua olhando para você mesma aqui embaixo. Agora pensa em todos os lugares por onde você anda… veja como você usa uma parte minúscula da Terra. Na verdade não lembro muito bem porque ela tinha me dito isso… o fato é que fiquei por um bom tempo pensando nessa história – e ainda hoje me pego pensando nisso.

Isso foi mais uma coisa que me levou a pensar em como o mundo é grande… quantas possibilidades, quantas pessoas, quantas formas de experiência ele nos oferece… e muitas vezes ficamos presos na nossa pequena bolha… indo de casa para o trabalho, do trabalho para casa… uma viagenzinha rápida de vez em quando, meio alienados de tudo… levando a vida assim, não sei quantos anos estudando, depois trabalha, trabalha mais, trabalha, tem filhos, trabalha, cuida dos filhos, se aposenta e vê que o tempo passou e que você não saiu da sua bolha e que está cheio de preconceitos.

Eu acho que o mundo está aí para isso, para ser percorrido. Pensar em quantas coisas existem no mundo, quanto eu já vi e fiz e todas as coisas que eu ainda quero ver e fazer… a lista é infinita! Isso é o tipo de coisa que me faz sorrir sozinha enquanto estou andando na rua. Ao mesmo tempo me dá uma pequena dor no peito quando penso que uma vida nunca será o suficiente para experimentar o mundo inteiro.

“O mundo é um livro e aqueles que não viajam leem apenas uma página”

Planejando o roteiro

Na verdade a idéia começou quando pensei em uma viagem volta ao mundo (e acreditem que isso não é tão impossível quanto parece). Esse nome “volta ao mundo” assusta um pouco, mas depois você se acostuma com ele, conhece algumas pessoas que já fizeram isso e vê que realmente não é tão inatingível. Fiz um rascunho com um roteiro volta ao mundo, mas R. me mostrou que para o momento que estamos vivendo, esse primeiro plano (a volta ao mundo) seria financeiramente inviável. Depois resolvemos restringir esse roteiro somente à Ásia + Marrocos e Turquia. Continuou caro, então optamos por conhecer o Sudeste Asiático mais o Japão. O roteiro inicial ficou assim:

Japão, Camboja, Vietnã, Tailândia, Malásia e Indonésia

Não é fácil. Abrir um mapa-mundi para mim se equipara à uma mulher entrando numa loja de sapatos e querendo comprar todos os modelos. Eu também quero todos os países! A partir daí mudamos demais o roteiro. O recente terremoto no Japão infelizmente nos obrigou a tirá-lo da lista e uma pesquisa sobre a Malásia fez com que nos desinteressássemos por hora por esse país. R. veio então com a idéia de substituirmos o Japão pela China e eu achei simplesmente demais.

Não pensem que foi fácil chegar a um consenso. Eu não queria tirar o Nepal. R. não queria ir para a Índia. Discussões quando se viaja com mais alguém além de você mesmo sempre existirão. Como já disse em post anterior, não queremos passar correndo pelos lugares, portanto adotamos um número enxutos de países a percorrer.

Outro quesito para decidir os países: É muito mais fácil e perto ir para o Marrocos do que ir para o Camboja, portanto escolhemos países que não serão destinos tão fáceis de se alcançar depois.

Pesquisei os vistos e com exceção da China, acredito que o melhor seja tirar os vistos por lá mesmo.

Sendo assim, temos nossa lista base que é a seguinte:

Lembrando que não visitaremos apenas uma cidade por país, a partir de dicas com outros viajantes ou locais poderemos nos deslocar para outras cidades próximas.

Não considero essa rota totalmente pronta, até o dia da partida continuaremos pesquisando sobre todas as possibilidades da Ásia, acrescentando um país aqui, tirando um país ali… sem contar as vezes que eu e R. nos encontramos para conversar sobre a rota. De fato, pesquisar o roteiro é uma das partes que mais gosto na hora de viajar, sem contar que você se surpreende muito, por exemplo, eu não sabia da existência de um país foda demais chamado Butão, nem que o português era uma das línguas oficiais no Timor Leste.

Outra coisa importantíssima: Pesquisar o clima em cada país. Eu e R. ainda não decidimos a ordem em que eles serão percorridos, estamos tentando ajustar de modo que consigamos escapar das monções do Sudeste Asiático e do inverno da China, já que há lugares na Tailândia que não abrem durante as monções por exemplo.

Um roteiro nunca está MORTO até você voltar para casa, você tem que enxergá-lo como uma estrutura viva, que pode ser mudada a qualquer momento. Se você planejou 10 dias em Shanghai mas já está de saco cheio no terceiro dia, por que não partir para Bali?

Ao fazer seu roteiro lembre-se de se despir totalmente de todos os seus preconceitos e dos preconceitos que você ouve por aí, pesquise de coração aberto, como se você não conhecesse nada sobre nenhum lugar. Quando fui para a Bolívia lembro dos olhares tortos quando eu contava para alguém que eu ia para lá: “Credo! Bolívia? Lá é muito pobre, lá é muito sujo, lá é muito perigoso.” E quer saber? A Bolívia é um dos países que mais curti conhecer e voltaria FÁCIL para lá. Por favor, não deixe de ir para a China só porque você ouve que os chineses são muito sujos e maus só porque comem cachorros.

DICA: No site do Mochileiros, além de tirar suas dúvidas você pode publicar o seu roteiro pedindo dicas e opinões. 😉

“Um bom viajante não tem planos fixos e tampouco a intenção de chegar.” (Lao Tzu)